92 3232-2032 / 3631-1312 / 99603- 7208 Conecte via whatsapp
Rua Japurá, 214 Centro - 69025-020
Manaus - AM
Consulte seu Exame:
slide-0slide-1slide-2
load

Exames

Tamanho do Texto

Fonoaudiológico

Fonoaudiologia é a ciência que trata dos distúrbios da comunicação, que são alterações que podem prejudicar, em graus variados, o desenvolvimento da comunicação humana. Estes distúrbios podem atingir a audição, voz, fala e linguagem escrita, nas áreas da saúde e educação, tanto na fase adulta ou infantil.


Audiometria:


cabina acústica.


Audiometria Tonal via Aérea / Óssea:


Serve como base para diagnosticar o grau de percepção e reconhecimento do paciente para a linguagem oral, e identifica a necessidade do uso de aparelho auditivo e, se necessário, o tipo de aparelho.



Audiometria Ocupacional:


A audiometria ocupacional reúne a audiometria tonal, ou seja, a via área e via óssea. Essa audiometria é geralmente realizada em pessoas que começarão a trabalhar ou que já trabalham em ambiente nos quais são/serão expostos ao ruído. Esse exame faz parte do Programa de Conservação Auditiva do Trabalhador. Eles são do tipo admissionais, periódicos, demissionais e quando a pessoa muda de departamento ou função.



Logoaudiometria:


Engloba tanto as medidas de sensibilidade quanto da acuidade. A logoaudiometria é realizada com a utilização de uma lista de palavras mono ou dissilábicas, foneticamente balanceadas e que façam parte do vocabulário
usual do indivíduo. As pesquisas de sensibilidade são as pesquisas dos limiares, as quais são normalmente denominadas de limiar de reconhecimento de fala (LRF) e limiar de detecção de voz (LDV). As medidas de acuidade são medidas supraliminares que são normalmente denominadas de índice de reconhecimento de fala.

Imitanciometria ou Impedanciometria:
Uma pequena sonda é posicionada, de forma indolor, na entrada do conduto auditivo externo do paciente. Dois tipos de testes são realizados:



- A Timpanometria, que avalia a complacência da orelha média, ou seja, a condutância sonora das estruturas das orelhas externa e média.


- Reflexo Estapédico, que avalia a integridade do arco reflexo estapediano e, por consequência, de forma indireta, as estruturas das orelhas média e interna, nervo auditivo e tronco cerebral. É de extrema utilidade para o diagnóstico das otites catarrais crônicas em crianças.




BERA - Potencial auditivo do tronco Cerebral:


Os Potenciais Evocados Auditivos de Tronco Cerebral ou simplesmente BERA (Brainstem Evoked Response Audiometry) são registros da atividade elétrica que ocorre no nosso sistema auditivo, da orelha interna até o córtex
cerebral, em resposta a um estímulo sonoro. São registrados por técnicas não invasivas e não causam nenhum desconforto ao paciente. Atualmente é o método mais utilizado e indicado na prática clínica e tem se tornado cada vez mais parte integral da bateria de testes audiológicos.



Basicamente o BERA deve ser indicado para identificar anormalidades neurológicas do nervo auditivo até o tronco encefálico e para estimar o limiar auditivo e para demais situações, tais como:



• Na avaliação da audição quando os demais testes audiométricos não são possíveis ou são inconclusivos, como pode ocorrer com adultos ou crianças não cooperantes, ou com comprometimentos neurológicos;



• Para triagem nos recém-nascidos de alto risco, devido ao grande número de crianças que podem apresentar comprometimento neural;



• Na identificação de tumores do nervo auditivo com dimensões maiores que 1 cm de diâmetro;



• Na identificação de lesões difusas como a esclerose múltipla, em combinação com outros exames;



• Nas alterações não identificadas radiologicamente como é o caso das Neuropatias Auditivas;



• No auxílio da indicação de ex-sanguíneo transfusão em neonatos com hiperbilirrubinemia, sendo possível monitoração para que se determine uma alteração funcional do sistema auditivo, antes que a lesão se
estabeleça;



• Na monitoração intra-operatória do estado funcional do sistema auditivo, durante neurocirurgias de fossa posterior;



• Nos pacientes em estado de coma, para fazer o prognóstico neurológico e determinar se a morte cerebral está presente.



Modo de realizar o exame: Tanto no adulto quanto no recém-nascido é realizado o mesmo procedimento, coloca-se um fone que produz sons no começo do conduto auditivo externo. A resposta de estruturas mais internas do nosso sistema auditivo (nervo auditivo e tronco encefálico) é registrada por eletrodos colocados na testa e atrás da orelha.



Os recém-nascidos que possuem algum indicador de risco para a deficiência auditiva deverão realizar a Triagem Auditiva Neonatal com esse procedimento.



Recomendações para realizar o exame: O paciente deve estar o mais relaxado possível na hora do exame, sem contrair nenhuma parte do corpo principalmente o pescoço e os músculos do rosto. Portanto o estado físico e emocional do paciente é de grande importância durante a realização desse exame;



No caso das crianças, o exame é realizado em sono natural ou com indução de acordo com prescrição do médico solicitante do exame e ministrado pelos responsáveis ao paciente antes de entrar no consultório.



O cabelo e pele deverão estar limpos, secos e livres de qualquer produto como hidratante ou gel.


Teste da Orelhinha (Emissões Otoacústicas Evocadas Transientes):


O Teste da Orelhinha ou Triagem Auditiva Neonatal é rápido, indolor e não tem contra indicação, sendo importante para detectar precocemente no recém-nascido as disfunções ou a perda da função coclear.

Este exame a partir de 2010 passou a ser obrigatório e gratuito em todos os hospitais e maternidades do Brasil, conforme Lei Federal nº 12.303/2010. Faz-se necessário realizar o acompanhamento do desenvolvimento auditivo em virtude da existência de mais de 100 síndromes progressivas para perda
auditiva em que vários pesquisadores não conseguiram detectar sua origem. É sugerido que o acompanhamento seja realizado através do teste da orelhinha no RN ao nascer, bem como aos 3 (três) meses e 6 (seis) meses de vida.

As emissões evocadas podem ser captadas em resposta ao estímulo sendo por Transiente (TE) e Produto de Distorção (PD) exame objetivo, independe da resposta do paciente.

É indicado em casos Clínicos e Ocupacionais (perícia judicial) para fechamento de diagnóstico e detecção do grau da disfunção ou perda da função coclear.

Testes de Equilíbrio Dinâmico e Estático e Movimentos Coordenados:


São 5 (cinco) Testes utilizados para avaliar possíveis alterações de equilíbrio estático, dinâmico e 2 (dois) de coordenação motora. Um deles é o Teste de Romberg que é um exame neurológico usado para
avaliar as colunas dorsais da medula espinhal, que são essenciais para a propriocepção (localizar a posição das articulações) e sentido vibratório. Um teste Romberg positivo sugere que a ataxia é de natureza sensorial, ou seja, depende da perda da propriocepção. Um teste Romberg negativo sugere que a ataxia é de natureza cerebelar, ou seja, depende de disfunção localizada do cerebelo.

O teste de Romberg é positivo em doenças que causam ataxia sensorial como:


• Doenças que afetem as colunas dorsais da medula espinhal,
como tabes dorsalis (neurosífilis);


• Doenças que afetam os nervos sensitivos (neuropatias sensoriais
periféricas), como a polirradiculoneuropatia desmielinizante inflamatória
crônica;


• Ataxia de Friedreich;

É realizado descalço, em pé e sentado, com os olhos abertos e fechados. Está relacionado a condição neurológica do indivíduo. O paciente não deverá ter ingerido café, chá, bebidas que contenham cafeína, bebida alcoólica e medicamento que possa afetar o equilíbrio. Exame realizado principalmente para quem trabalha em altura.

Audiometria Comportamental:


Para o desenvolvimento da fala e da linguagem da criança o papel da audição é fundamental. Estudos comprovam que a detecção de alterações auditivas e a intervenção iniciada até os 6 meses de idade, garantem um desenvolvimento comparável com crianças normais, de mesma faixa etária que não tiveram nenhuma alteração auditiva. Daí a importância da detecção e intervenção ainda nos primeiros meses de vida!

Esse tipo de audiometria como o próprio nome já diz, avalia o comportamento da criança frente ao estimulo auditivo. É usado para crianças de 0 a 2 anos de idade ou crianças com outros comprometimentos associados.

Esse exame permite o rastreamento de crianças com surdez acentuada, severa e profunda.

Utiliza-se instrumentos musicais e sons da fala. As respostas aos estímulos sonoros variam de acordo com a idade e com a intensidade mínima de estimulo, a avaliação deve constar de estímulos de diversas intensidades (entre 25 e 90 dB). Observa-se a presença ou ausência de reações involuntárias (reflexos cócleo-palpebral) imediatamente após a produção do estímulo sonoro.

Caso seja necessário serão indicados exames complementares objetivos como Emissão Otoacústica Evocada e Potencial Auditivo de tronco Encefálico (BERA) para confirmação diagnóstica.

Audiometria de Campo Visual:


O exame consiste basicamente em responder apertando um botão cada vez que um ponto de luz é percebido no aparelho.



Entre em Contato