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Otorrinolaringológico

Função Tubária Auditiva


As possíveis alterações de função da tuba auditiva, descrevendo-a como aberta e obstruída. A tuba aberta traz infecções à orelha média, devido ao fluxo de secreções faríngeas. A obstrução pode ser funcional, devido a uma

inabilidade de seus músculos para abrir sua luz ou forças anormais que a mantêm fechada. Pode ser, ainda, uma obstrução mecânica, por fatores extrínsecos, como adenóide e tumores, ou por fatores intrínsecos, como infecções, inflamações, alergias e estenoses congênitas1. O mau funcionamento da tuba, em caso de obstrução, promove hipoventilação da cavidade timpânica, que provoca aumento do muco e pressão negativa, pela absorção do ar, causando otites secretoras, serosas, crônicas, colesteatomas primários ou atelectasia da membrana timpânica.


Um fator frequente, que pode afetar o bom desempenho da tuba auditiva, é a infecção das vias aéreas superiores. Nesses casos, o fluxo de ar pela tuba diminui, favorecendo a criação de pressão negativa na orelha média.


A tuba auditiva funcionando adequadamente é imprescindível para uma cavidade timpânica saudável e funcional. A avaliação precisa da tuba na rotina da audiologia clínica visa a pesquisar o seu estado para que se possa prever, com segurança, o sucesso de qualquer tipo de procedimento utilizado pelo médico para melhorar as alterações de orelha média. Para essa tarefa, existem vários testes como: prova de Bortinick, manobra de Toynbee, teste de Valsalva, resposta forçada, auscultação tubária, testes endoscópicos, imitanciometria e prova de inflação e deflação, entre outros.


Uma pequena sonda é posicionada, de forma indolor, na entrada do conduto auditivo externo do paciente ao mesmo tempo em que engole água.



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